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Dia Internacional de Todas Nós

Para: Claudia, Luana, Ione, Marília, Giselle, Araceli, Ana Lídia, Isamara, Liana, Amanda, Louise, Janaína, Izabella, Eliza, Maria do Carmo, Míriam, Gisberta, Pricila, Rakelly, Silvia, Simone, Ana Thereza, Ana Clara, Fernanda, Barbara, Renata, Eloá, Nivia, Mércia, Maria, Dandara. (todas vítimas de violência doméstica e demais agressões). 
E também, a TODAS as vítimas de qualquer violência que padecem e morrem diariamente no Brasil e no mundo caladas, sem que ninguém saiba. 



O dia de hoje pode até ser, para alguns, uma data para dar presentes e, para algumas, recebê-los. Mas, não pode deixar de ser para todos um sinônimo de anos de luta e conquistas (algumas) para todas nós, mulheres (cis, trans, homo, bi). Portanto, é um dia que merece, sim, uma data especial para nos lembrarmos que nós (mulheres) não merecemos respeito só hoje, que ainda há muito o que ser conquistado e muito pelo que lutar.

É muito legal e positivo todas as homenagens que nós recebemos neste dia, muito gostoso ganhar …
Postagens recentes

Cansaços

Sabe quando você se cansa de todos os dedos apontados para você? Quando você se cansa de lhe rotularem, julgarem e olharem torto para suas decisões? Sabe quando você se cansa de apontar o dedo para as pessoas, julgá-las, rotulá-las e colocá-las sempre num patamar abaixo?

Etimologando: Recomeçar

É chegado o momento em que paro para refletir a palavra que marcou este ano. Talvez esteja um pouco cedo demais ainda, ou talvez não. Precipitei-me em escolher a palavra deste ano logo no início para que, desta forma, o ano seja "guiado" pelo significado dela.  Antes eu deixava as coisas acontecerem e só depois fazia esse balanço, para poder ver qual palavra havia marcado aquele período da minha vida. Por exemplo, mediante todas as mudanças ocorridas na minha vida no ano que se findou, escolhi "Maturidade" como a palavra de 2016.

Escritoterapia

O que tem restado dessa desastrosa vida amorosa, senão emoção, subjetivismo, dor existencial, angústia, ausências e saudades? Talvez todas essas emoções sirvam, ao menos, para produzirem textos românticos ou tristes ou decepcionados ou saudosistas, como os livros da segunda geração do romantismo brasileiro, conhecida como ultrarromântica.

Crônica de uma 'jornaleira': Afinal, quem sou eu na fila do pão?

Correria rotineira de uma sexta-feira a tarde numa rodoviária. Pessoas que chegam, outras que se vão. E eu estava indo de volta à minha tão amada e odiada Ibaté. Comprei a passagem, aguardei pelo ônibus, embarquei e viajei. Cheguei à rodoviária de São Carlos, encontrei com meu pai, fomos para minha cidade e, em poucos minutos, lá estava eu: de volta à pacata cidade onde nada acontece. Onde sinto que o tempo parou exatamente do jeito que deixei da última vez em que ali estive. Descrições à parte, estava eu no supermercado na fila do pão esperando a minha vez – pacientemente e vendo coisas da vida alheia nas redes sociais – quando ouço uma conversa mais ou menos assim:

Divã: Balanço psicoemocional

Sobre a ansiedade crônica

Muita gente acha que é frescura e que logo vai passar. Outro tanto de gente acha que você só está estressada ou nervosa. Há, ainda, quem ousa dizer que é coisa da idade ou que são os hormônios.