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Mostrando postagens de Janeiro, 2014

A leve felicidade que não sabemos viver.

Eu estava pensando noutro dia a respeito dos nossos sonhos. Não aqueles que temos quando dormimos, mas sim, dos nossos ideais. É tão difícil, nos dias de hoje, conseguir conciliar uma vida madura e adulta com uma vida que se sonhou desde criança. Até porque, quando somos crianças vemos o mundo cor-de-rosa e passamos a acreditar no futuro ideal, no mundo perfeito e colorido!
Mãs... quando crescemos, deparamo-nos com a (dura) realidade e... BUM... nossos sonhos caem por terra porque

Justificando-me. Ou explicando algo simples e antigo.

Meu caso de amor com as letras começou cedo... lembro-me até hoje, com ricos detalhes dos dias em que aprendi as primeiras letras na pré-escola. Aquelas letras grandes e tracejadas no papel A4 cortado ao meio com algum desenho do lado do objeto/animal que começasse com aquela letra determinada.

O endeusamento do ser humano.

"São quase 02:00 da manhã e meu trabalho de Direito da Personalidade está na reta final. Porém, muito me incomoda este tema!
O ser humano e a sua eterna mania de grandeza! De se achar tão superior a tudo, que não precisa de Deus. Daí vem todo o discurso modernista e liberalista afirmando que a eutanásia seria uma forma de plena eficácia dos direitos da personalidade da pessoa humana, uma vez que fazem parte deles a dignidade da pessoa humana. E, quando uma pessoa está em estado vegetativo, não está vivendo dignamente.

O que virá.